Contêiner no navegador
Um Google Tag Manager próprio, com consentimento definido antes de qualquer etiqueta
carregar. É ele que escuta o que acontece na página — formulário enviado, diagnóstico
concluído, clique no WhatsApp — e organiza esses eventos com nome e parâmetro fixos.
Contêiner no servidor, em subdomínio seu
Um segundo GTM rodando em tmstag.tagdantas.com.br — no caso dos clientes,
num subdomínio do próprio domínio deles. Os eventos passam a sair de casa, como
primeira parte, e não de um domínio de terceiro que o navegador trata com desconfiança.
API de Conversões do Meta
O servidor manda o evento direto para o Meta, sem depender do navegador do visitante.
Nome, telefone e e-mail vão com hash — o dado bruto nunca sai do servidor.
Deduplicação por event_id
O mesmo evento chega por dois caminhos: o pixel no navegador e a API no servidor.
Os dois carregam um identificador idêntico, e o Meta descarta a cópia. Sem isso,
uma venda vira duas no relatório e o custo por resultado aparece pela metade.
GA4 e Google Ads pelo mesmo caminho
O GA4 recebe do servidor, e as conversões são importadas de lá para o Google Ads.
Uma origem só de verdade, em vez de três contagens que nunca fecham entre si.
Valor da conversão, não só a contagem
Quando existe valor de venda, ele viaja junto. É a diferença entre a plataforma
otimizar por volume de contato e otimizar por receita.